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Protagonismo na vida e na carreira

Por: Miguel Monzu*

Quando perguntaram a Freud sobre o que ele achava que uma pessoa normal deveria ser capaz de fazer bem, ele respondeu: “Lieben und arbeiten” (amar e trabalhar). Com essas duas palavras, o psicanalista mostra que o trabalho nos dá um lugar no tecido social, pois transcende a necessidade de sobrevivência fazendo de nós agentes transformadores da sociedade na qual estamos inseridos.
Considerado personagem fundamental em obras literárias, o protagonista possui um papel de destaque na trama, ou seja, é o ícone principal do enredo. Mas, no ambiente corporativo, o termo nos remete ao indivíduo que se destaca pelo seu determinismo, de maneira que situações conflituosas são facilmente resolvidas, pela sua confiança e atitudes que geralmente trazem à organização bons resultados.
Protagonismo e carreira estão imbricados, pois esses dois conceitos põem o sujeito no centro da “cena”. Se o primeiro está ligado ao “eu”, à existência de cada um, enquanto indivíduo dotado de sua singularidade, o segundo é construído a partir da biografia e da história de vida de cada um também. Na sequência, está o trabalho, que é uma instância privilegiada de inserção social, comparecendo de maneira decisiva no projeto de vida, na construção da subjetividade. Dessa forma, o trabalho adquire papel fundamental na carreira, e possibilita o desenvolvimento de trajetórias e narrativas consistentes.

Para desempenhar o protagonismo, há de se levar em conta alguns aspectos que estão presentes no cotidiano, como atitude, disposição e entendimento que faz com que haja compreensão e sabedoria para saber exatamente onde o indivíduo quer chegar, quais oportunidades tende a vislumbrar e reconhecer, além de ser entusiasmo, contentamento e vontade, em razão da competitividade.

Seja o líder da sua vida e da sua carreira. As organizações são constituídas por pessoas com sentimentos e motivos racionais diferentes, sujeitos às forças do ambiente que influenciam a motivação, os relacionamentos e a liderança. Portanto, a liderança é necessária em todos os tipos de organização humana, principalmente nas empresas e na vida.

Para o professor Idalberto Chiavenato, a liderança torna-se um assunto que chama a atenção, em razão de seu significado no mundo organizacional que demanda líderes para uma boa condução das organizações e para o caminho do sucesso e da competitividade. Havendo uma liderança sem força e vigor, a organização pode ficar sem direção.

Para que todos consigam liderar, tanto a vida como a carreira, algumas atitudes hão de se destacar:

- Esteja atento e aceite que a adversidade é inevitável na vida;

- Construa os seus recursos internos assim como os externos com equilíbrio;

- Inspire-se e aprenda com os outros que têm que lidar com o sucesso e com a adversidade;

- Decida se vai permitir que a sua experiência o deixe pra baixo. Dependendo da forma como você interpreta a situação, perceberá outras maneiras de olhar o fato; e

- Aquilo que não mata nem sempre faz você mais forte. Desculpe Nietzsche, mas não posso concordar integralmente com a célebre afirmação “o que não nos mata torna-nos mais fortes“, pois ela não é completamente realista.


* Miguel Monzu é Palestrante e Vice-Presidente & Sócio do Fesa Group, consultoria de executive search e de estratégia de capital humano. Representa as marcas Fesa, Asap e Fesa Advisory.
 


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