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03/08/2015
Rio de Janeiro terá Centro de Enfrentamento ao Terrorismo na Olimpíada

Centro Integrado de Enfrentamento ao Terrorismo contará com participação dos ministérios da Defesa, da Justiça e do Gabinete da Segurança Institucional. Meta é permitir trabalho integrado das equipes nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Defesa prevê orçamento de R$ 200 milhões para segurança dos Jogos Olímpicos

O governo federal criará o Centro Integrado de Enfrentamento ao Terrorismo (CIET) para a Olimpíada do Rio de Janeiro (RJ). A informação foi dada nesta quinta-feira (30) por autoridades da área, que apresentaram um planejamento para garantir estabilidade nas competições. O objetivo é permitir o trabalho integrado das equipes nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Esses protocolos estabelecerão as competências de cada entidade, bem como a maneira em que vão atuar.

Segundo o secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, Andrei Rodrigues, o centro deve ter sua estrutura concluída até o início de 2016, para que possa receber profissionais de países parceiros cerca de 15 dias antes do início do evento. “O investimento é para que tenhamos, de forma célere, troca de informação, qualificando a prevenção [ao terrorismo]", disse o secretário.

De acordo com Andrei, os países participantes do esforço conjunto são os que "historicamente” já contribuem para o processo de segurança. "Teremos parcerias com países que compõem o sistema Interpol, e com aqueles que poderão trazer informações úteis para a segurança de todos aqui no evento."

Proximidade com locais de competição

O centro antiterrorismo será montado em área próxima dos locais de competição, informou Andrei. Ele disse que a ideia partiu do amadurecimento obtido em eventos anteriores sediados pelo país e, ainda, em missões enviadas a competições em outros países, como aos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Para o assessor especial para Grandes Eventos do Ministério da Defesa, general Luiz Felipe Linhares, a ideia de criar o centro antiterrorismo vai favorecer o estabelecimento de um protocolo de ações, que, segundo ele, são a “chave de qualquer resposta a uma possível ação terrorista".

O diretor do Departamento de Integração do Sistema Integrado Brasileiro de Inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Saulo Moura, afirmou que o Brasil já mantém relações com 80 países para a troca de informações. Segundo ele, o acompanhamento do tema é feito de forma "perene" pelos 35 órgãos que compõem o Sistema Brasileiro de Inteligência.

Todos os países estão interessados e têm boa vontade de trocar informações conosco. Então, uma coisa de que temos certeza é que, na área de inteligência, estamos bem abastecidos, disse.

Fonte: Portal Brasil
 


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