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17/09/2015
6º Congresso Moveleiro: inovações podem atrair novos compradores para mercado de móveis

Analistas que participaram do primeiro dia do 6º Congresso Nacional Moveleiro destacaram a necessidade de manter investimentos e a oferta de produtos novos, para estimular preço e compra

A rápida mudança no cenário econômico no Brasil foi o ponto de partida de conceitos, tendências e análises apresentadas durante o primeiro dia do 6º Congresso Moveleiro Nacional. Com o tema “Quem mexeu no meu móvel”, a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), por meio de seu Conselho Setorial da Indústria Moveleira, propôs reflexões sobre formas de atuação e de posicionamento diante do momento.

Na cerimônia de abertura, o presidente da instituição, Edson Campagnolo, criticou a intenção do governo de reduzir o repasse da contribuição compulsória ao Sistema S. “Todo o orçamento do Sistema S tem o acompanhamento e fiscalização do Tribunal de Contas da União, e dos conselhos do Sesi e do Senai, nas federações. Tudo é absolutamente transparente e comprovado. É com esse recurso que conseguimos promover inovação e capacitação para o setor produtivo. Não há justificativa aceitável pela sociedade para essa medida. Vamos nos unir e repassar esta informação, para que todos saibam o que está acontecendo”, pediu o presidente.

O coordenador do conselho Setorial da Indústria Moveleira, Aurélio Sant’Anna, lembrou que o Congresso Moveleiro é uma das iniciativas para a capacitação e a troca de ideias promovida pelo Sistema Federação das Indústrias. “É um encontro feito principalmente para as pessoas, o maior capital de uma empresa. Precisamos lembrar que todos podemos cair, mas apenas os fracos ficam no chão. É importante estarmos preparados para nos reerguermos”, alertou Sant’Anna.

O Brasil tem atualmente 18.700 indústrias do setor moveleiro, sendo que 2.666 estão instaladas no Paraná – o que representa 14% do total do país. Só em 2014, os fabricantes de móveis paranaenses exportaram US$ 100 milhões. Em 2015(jan/jun), eles venderam US$ 47,5 milhões – 3,5% das exportações do país. “Esses números revelam a grandeza desta indústria do Paraná para a economia do Brasil”, destacou o presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel) Daniel Lutz.

Inflação x PIB – No ano passado, sete a um. Com a associação da economia do Brasil com a derrota sofrida pela seleção na Copa do Mundo, o consultor do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi) Marcelo Prado iniciou sua jornada pela análise de números e cenário que compõem hoje a indústria moveleira no Brasil e no mundo. “No congresso do ano passado, nós criticamos o sete a um, mas podia ficar pior. E ficou. Agora temos uma inflação de mais de 9% com um PIB de -3%”, brincou. Ao final da apresentação, Prado apresentou um case de uma indústria de veículos, que optou por não reduzir qualidade e preço final de seu produto campeão de vendas, mas preferiu investir em inovação e aumentar o preço. “Houve espera de até 120 dias para comprar a novidade. E é por esse caminho que a indústria moveleira precisa seguir. Neste momento, só vai comprar quem estiver encantado. Não hesitem em investir e cobrar um pouco mais por isso. Vai ser o seu diferencial que vai mobilizar o comprador”, avaliou.

Status – Para a especialista em tendências, Luciana Stein, é o desejo por status que mobiliza a vida das pessoas. Segundo a pesquisadora, a definição de status está em transformação e não é mais associada ao poder de compra de objetos caros. “Com a grande oferta de inovações tecnológicas – aplicativos que facilitam processos – as expectativas das pessoas passaram a ser sempre crescentes com os objetos com os quais se relacionam. Um prazo de 10 minutos para que um táxi chegue até você não é mais algo aceitável, embora há dois anos fosse algo incrível e inesperado, diante de esperas bem mais longas”, explicou. “É preciso saber o que seu público valoriza e oferecer isso a ele. Não esqueçam que as inovações tecnológicas mudaram nossa forma de nos relacionarmos com o entorno. Isso é essencial e não tem volta”, disse a especialista.


Fonte: Assessoria de Imprensa
 


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