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Feira Nacional de Artesanato comemora 30 anos de realização em BH

05/12/2019
Feira Nacional de Artesanato comemora 30 anos de realização em BH

A Feira Nacional de Artesanato, maior evento do gênero em toda a América Latina, comemora, em 2019, 30 anos de realização em Belo Horizonte. Além de beneficiar diretamente milhares de pessoas, a feira leva, aos 170 mil visitantes, as nuances e traços do trabalho feito à mão. Em um só local, é possível conhecer a diversidade que permeia o artesanato brasileiro. Neste ano, a comunidade artesã promete movimentar o Expominas entre 3 e 8 de dezembro.

Workshops, cursos e oficinas demonstrativas, incluindo as que utilizam materiais descartados na Feira Nacional de 2018 também prometem movimentar o Expominas ao longo dos dias de evento. A Feira Nacional também disponibiliza cadeiras de rodas para os visitantes com dificuldades de locomoção. Carregadores, guarda volumes e fraldários estarão disponíveis para que os visitantes tenham toda a estrutura necessária para realizar suas compras durante os seis dias da FNA.

Além disso, os visitantes podem aproveitar, gratuitamente, shows e apresentações culturais. Justamente por isso, uma das premissas da Feira Nacional de Artesanato é a valorização do cenário artístico local. Foi sob o palco do evento que grupos como o Galpão e o Tambolelê, além de figuras como o multiartista Marku Ribas, puderam mostrar seus trabalhos ao grande público.

Sugestão de pauta: É possível construir pautas que tratem da visibilidade que a Feira dá aos artistas que buscam manter viva a cultura tradicional de Minas Gerais e do Brasil. Como gancho, pode-se abordar a importância do evento para a trajetória de alguns dos grupos acima citados.

Cerca de 140 mil visitantes da Feira têm acesso ao evento sem custo algum. Gratuidades garantidas por lei permitem que menores de 12 anos e maiores de 60 anos tenham acesso ao evento sem a cobrança de bilhetes. O restante dos visitantes paga R$ 15 no ingresso e recebe, do valor desembolsado, R$ 5 para ser usado como vouchers para compras nos stands.

A iniciativa, além de auxiliar os expositores, aumenta o interesse do público pelos produtos à mostra. Ao final da Feira, os artesãos podem trocar os vouchers por dinheiro ou utilizá-los como crédito para pagar um stand na edição seguinte da mostra.

Sugestão de pauta: Os vouchers podem ser citados como exemplos de maneiras encontradas pelos artesãos para alavancar o comércio de seus produtos em tempos de crise. Afinal, os R$ 5 de bônus podem servir como uma espécie de ‘estímulo’ que pode ter mais eficácia do que um simples desconto.

Caráter Social

A Feira oferece, também, espaços para a divulgação gratuita de projetos sociais. A Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae) é uma das entidades que faz uso do evento como meio de difundir o trabalho feito por seus colaboradores.

Cinquenta stands são cedidos a artesãos brasileiros que nunca tiveram a oportunidade de expor seus trabalhos na Feira. A lista de profissionais selecionados para participar da iniciativa, denominada Meu Primeiro Evento, foi divulgada em junho. Os candidatos se inscreveram, entre janeiro e maio, pelo site oficial (www.feiranacionaldeartesanato.com.br).

Sugestão de pauta: É possível abordar artesãos que, por conta do Meu Primeiro Evento, têm a oportunidade de debutar em feiras de tal porte. Para aqueles que ainda não ganharam um ‘empurrão’ na busca por seu espaço no mercado das manufaturas, participar da maior feira da área em toda a América Latina pode ser fundamental. Um incentivo do tipo pode ser essencial. Trata-se, também, de evidenciar o caráter social que, historicamente, reveste o artesanato.

Espaço

A Feira Nacional de Artesanato ocorre no Expominas, maior espaço de eventos de Belo Horizonte e localizado à Avenida Amazonas. Trata-se da programação com a maior taxa de ocupação do centro de convenções.

Sugestão de pauta: O fato da Feira ser o evento com a maior taxa de ocupação do Expominas denota a força do setor artesanal em Minas Gerais. O tamanho da exposição pode ser usado como ‘gancho’ de pautas que falem da importância do trabalho manual para a economia e geração de empregos no estado.

Durante a FNA, o Expominas é dividido em três grandes áreas:

- No grande pavilhão, são montados 800 stands, além de oito lanchonetes e salas de apoio;

- O foyer é batizado de Espaço Especial e conta com 46 stands. Lá, ficam artesãos com produtos em destaque e, também, as oficinas. No mesmo andar estão, ainda, os associados à Central Mãos de Minas em — 37 stands. Em mais 45, cujo repasse é feito pela metade do valor original, são contemplados profissionais filiados a outras associações;

- Na Alameda Central, ocorrem shows e oficinas demonstrativas.

Números

A FNA proporciona um interessante recorte sobre os impactos do artesanato na economia nacional. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor conta com cerca de 8,5 milhões de trabalhadores em todos os cantos do Brasil. O artesanato é responsável por, aproximadamente, 3% do Produto Interno Bruto (PIB), movimentando, em números aproximados, R$ 100 bilhões.

O artesanato é marcado, também, pelo espírito coletivo. Embora cerca de 27% dos profissionais ligados à área trabalhem sozinhos, há uma espécie de “cooperação” com outros setores da economia. Dados do Instituto Vox Populi apontam que o trabalho de cada artesão demanda, em média, a colaboração de quase cinco pessoas.

Em Minas Gerais, há meio milhão de cidadãos trabalhando diretamente com o setor artesão. O faturamento anual gira em torno de R$ 6 bilhões.

O artesanato é uma ocupação inclusiva. Enquanto o mercado formal fecha as portas aos mais velhos, o trabalho feito à mão é exercido por cidadãos que têm, em média, 51 anos.

Na penúltima edição da FNA, os mais de mil stands foram utilizados por 5.000 expositores. Além dos 170 mil presentes, cerca de 4.700 lojistas participaram da Feira, tradicionalmente usada para a aquisição de produtos revendidos durante as compras que antecedem as festas de fim de ano.

Juntos, os lojistas somaram cerca de R$ 18 milhões em vendas. Os produtos adquiridos internamente pelos visitantes, por sua vez, geraram um lucro de, aproximadamente, R$ 68 milhões.

As 170 mil pessoas foram ao Expominas ao longo da semana em que o local sediou a Feira, em 2017, representou um interessante crescimento em relação à edição do ano anterior, quando foram registrados pouco mais de 158 mil comparecimentos.

Serviço:

O quê: Feira Nacional de Artesanato - FNA
Onde: Expominas — Avenida Amazonas, 6.200, no Bairro Gameleira — Belo Horizonte (MG)
Quando: Entre 03 de dezembro (terça-feira) a 08 de dezembro (domingo)
www.feiranacionaldeartesanato.com.br
 
 


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