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Sesc Pompeia discute a Humanização nas empresas no VII Fórum de Qualidade de Vida nas Organizações durante o mês de março

02/03/2021
Sesc Pompeia discute a Humanização nas empresas no VII Fórum de Qualidade de Vida nas Organizações durante o mês de março

Nesta edição, o encontro reflete sobre a conjunto de valores, técnicas, comportamentos e ações que, construídas dentro de seus princípios, promovem a qualidade das relações entre as pessoas nas organizações, profissionais da área vão falar e responder perguntas sobre o assunto

Atividade gratuita e destinada a gestores de Rh, de benefícios, administrativo e áreas afins

Durante as quartas-feiras do mês de março, às 10h, acontecem, pelo YouTube do Sesc Pompeia, encontros para debater sobre a humanização nas empresas, que tem sido uma tendência mundial com o objetivo de gerar mais qualidade de vida e, consequentemente, engajamento entre os colaboradores das empresas. O fórum faz parte das ações do Programa de Relacionamento com Empresas, voltado aos representantes de recursos humanos e benefícios das empresas, visando a informação e disseminação das ações do Sesc destinadas ao público, promovendo a socialização e o acesso ao lazer, em todas as suas possibilidades.

Humanizar a gestão de pessoas tem o objetivo de criar e ampliar meios e modos para estar próximos aos empregados, diminuindo o hiato entre o que a empresa espera deles e o que eles podem oferecer a ela. Traz a necessidade de levantar, identificar e tratar de variáveis, sejam pessoais ou profissionais, que limitam a motivação, o empenho, as expectativas das pessoas em relação às atividades que exercem e às empresas nas quais trabalham.

Desse modo, de acordo com o anseio do Sesc em promover um desenvolvimento positivo do ambiente organizacional, palestrantes experientes abordam o tema da Humanização nas Empresas, seu impacto nas organizações, na sociedade e no indivíduo, e apresentam caminhos que possibilitem o cultivo de ambientes de trabalho mais saudáveis, objetivando um clima organizacional mais equilibrado, e que permita que cada colaborador ofereça o seu melhor.

Evento gratuito e sem limite de vagas.

Programação Completa

Dia 03/03/21 – Palestra: Humanização na gestão de pessoas.

Nas empresas, o capital humano é o que faz tudo funcionar. Até mesmo por conta disso, a cobrança sobre os colaboradores da empresa sempre foi muito forte e pouco cuidadosa. Não que a pressão tenha diminuído hoje, mas há mais preocupação com o bem-estar de todos.

A gestão humanizada é um conceito que preza pelo maior cuidado com as subjetividades de cada um, mesmo que haja metas a serem batidas. A ideia é proporcionar um ambiente de trabalho mais saudável, com maior flexibilidade e em que o colaborador tenha mais suporte emocional.

Tudo isso é possível quando gestores estão prontos para entender que é preciso buscar a maior aproximação da empresa com seus funcionários. A questão central da gestão humanizada é buscar adaptações dos procedimentos da empresa às necessidades dos colaboradores. Mais do que mão de obra, eles são pessoas que têm desejos, dificuldades e que precisam de apoio.

Parte desse processo de transição de conceitos passou também pela desconstrução parcial da velha ideia de hierarquia. O chefe é um modelo que gradativamente tem dado lugar ao líder, pessoa que se envolve mais com sua equipe e mantém uma postura mais empática. Mais do que conduzir, dar ordens e cobrar resultados, na gestão humanizada essa figura tem o papel de tentar entender como cada um está se desenvolvendo. Além disso, o líder também se mostra mais próximo dos seus colaboradores para ser uma figura de segurança.

Gerir um alto número de pessoas requer também conhecê-las mais a fundo. Isso é parte desse novo conceito, uma vez que só assim é possível perceber se estão bem, se há insatisfação, se o clima da empresa é bom e se a gestão humanizada está funcionando.

Palestrante: Dr. Profº Sigmar Malvezzi: Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1969), Mestrado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1979), Doutorado em Department Of Behaviour In Organizations - University of Lancaster (1989) e Livre Docência na Universidade de São Paulo (2006). Atualmente professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, professor visitante da Universidade Icesi de Cali, professor visitante - Universidad de Belgrano e professor visitante - Universidad Tecnologica Nacional. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia do Trabalho e Organizacional, atuando principalmente nos seguintes temas: organização, trabalho, recursos humanos, globalização, gestão e psicologia.

Dia 10/03 - Palestra: Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho.

Qualidade de Vida no Trabalho é um conjunto de ações de uma empresa e envolve diagnóstico e implantação de melhorias e inovações gerenciais, tecnológicas e estruturais dentro e fora do ambiente de trabalho, visando propiciar condições plenas de desenvolvimento humano para e durante a realização de trabalho.

Segundo Limongi-França (2010), o estudo parte do princípio da Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho – GQVT, como a articulação do diagnóstico, políticas e programas realizados pela organização em foco, com o objetivo, de impacto positivo na qualidade de vida no trabalho de seus funcionários, onde a Qualidade de Vida condiz no bem-estar das pessoas.

A Qualidade pode ser vista como um conceito subjetivo, com vistas à relação e percepção de cada pessoa, adequação ao uso de serviços ou produtos e em relação as suas necessidades, com a globalização e a competitividade as organizações veem a qualidade pela busca da melhoria contínua em seus processos, atender as expectativas dos clientes, exigências do mercado com os objetivos organizacionais junto com a gestão de pessoas, chegando a melhoria das condições e do ambiente de trabalho, juntamente com fatores como aspectos sociais e culturais.

As políticas de GQVT têm sido implantadas com foco na gestão de pessoas, há necessidade de uma escolha conceitual pelo que se compreende por Qualidade de Vida no Trabalho - QVT, de modo que as organizações possam tomar diretrizes que norteiem suas políticas de gestão de pessoas com foco no bem-estar dos indivíduos no trabalho. O foco desse fator crítico é a compreensão do conceito de QVT que os empregados têm internalizado e como percebem o conceito utilizado pela organização e sua relação com a inovação.

Palestrante: Dra. Profª Ana Cristina Limongi-França - Coordenadora da Fundação Instituto de Administração FIA, Professora e pesquisadora da Universidade de São Paulo, Psicóloga, Pró-reitora de Cultura e Extensão Adjunta da USP. Membro Fórum Inter-religioso da Secretaria da Justiça e Cidadania SP. Autora e consultora em empresas públicas e privadas. Membro fundador da Associação Brasileira de Qualidade de Vida, ex-Presidente da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática. Acadêmica da Academia Brasileira de Qualidade e Academia Paulista de Psicologia, Membro Sociedade Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho SBPOT e RIPOT, Participante do CPCL 2008 da Harvard Business School, Professora Fundação Vanzolini. Professora convidada nas Universidades: Eduardo Mondlane e Universidade Politécnica, MZ e Escola de Estudos Avançados da Universidade Del Valle - Cali, CL e Rede Lusófona ALGA. Fundadora do Núcleo GQVT (Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho).

Dia 17/03, às 10h - Palestra: Humanizando o trabalho remoto.

O trabalho remoto está cada vez mais popular nas empresas. Essa modalidade de serviço ganhou mais força com a mudança na legislação trabalhista brasileira e, infelizmente, com a pandemia que o mundo enfrenta em 2020. Muitas organizações e gestores ainda estão se adaptando a esse modelo de teletrabalho, descobrindo como fazer seus colaboradores serem produtivos — mesmo sem estarem presencialmente juntos.

O trabalho remoto, também chamado de home office ou teletrabalho (como está definido na legislação brasileira), é uma modalidade de serviço em que o colaborador ou profissional contratado realiza suas atividades fora do espaço físico da empresa. Esse modelo contemporâneo de trabalho ganhou força com os avanços tecnológicos, que permitiram esse contato entre as pessoas mesmo que estejam em polos opostos do planeta. Várias empresas estão adotando o home office por diversos motivos: caso um colaborador precisar se afastar momentaneamente, para contar com autônomo/freelancer para reforçar o time, por ter um funcionário que more em outro estado, entre outras razões. É possível implementar o trabalho remoto de forma integral ou parcial, com os funcionários estando na empresa em alguns dias da semana e em casa nos outros. Assim, o profissional pode reduzir o estresse com deslocamento até o local e a jornada se torna flexível — o que pode ser benéfico tanto para a organização quanto para o colaborador.

Por quebrar o paradigma da rotina que estamos acostumados, trabalhar remotamente pode ser um grande desafio para muitos — especialmente no começo. A maior delas é a dificuldade dos funcionários de se organizar com suas tarefas e não se distrair com as atividades domésticas e com a família. Alguns até se angustiam por não estarem se adaptando rapidamente à nova rotina, o que vai prejudicar seu serviço. Essa falta de contato com os colegas e a dificuldade de equilibrar o trabalho e casa vão acabar contribuindo para reduzir a motivação dos colaboradores — e sim, isso irá impactar negativamente a sua produtividade.

Os gestores devem se desdobrar para ficar de olho no que os colaboradores estão entregando e como anda a sua produtividade, também cuidando para manter sua motivação — especialmente quando os motivos para o trabalho remoto não forem os mais agradáveis. E isso vale para todos os funcionários da equipe: seja composta por um ou dez deles. Além disso, outro desafio enfrentado no home office é não contar com os equipamentos e softwares da empresa, o que pode pode também ser um entrave a algumas tarefas nesse primeiro momento.

Junia J. Rjeille Cordeiro – HIHUB.TECH "StartupSaude.com" Palestrante: Dra. Júnia Cordeiro – Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de Minas Gerais (1983), Mestre em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (2005) e MBA em Gestão de Saúde pelo Insper (2010). Atualmente é Sócia-Consultora da Sistematize Serviços atuando em gestão de saúde e da qualidade para instituições hospitalares, de reabilitação e do terceiro setor em geral e docente em cursos livres e em pós-graduação em suas áreas de expertise. No pilar de Recursos Humanos, atua na melhoria do desempenho ocupacional das pessoas e das organizações em seus processos de trabalho. Validou o instrumento norte-americano “Lista de Identificação de Papéis Ocupacionais”, do Modelo da Ocupação Humana. Participou por 11 anos do Sistema Einstein de Qualidade, atuando e auditando nos padrões ISO 9001 e Joint Commission International.

Dia 24/03, às 10h – Palestra: Humanização nas relações de trabalho.

A ética pode ser entendida como o conjunto de valores ou de princípios que orientam os seres humanos em suas formas de se comportarem e de se portarem. Valores que podem ser adotados por um indivíduo, por um grupo ou por uma sociedade. Ainda, se considerarmos a etimologia da palavra, ética vem de êthos, que significa hábitos e costumes, e vem de ethos, que quer dizer abrigo ou morada. Com isso, estamos diante dos alicerces que mantêm uma casa em pé, e essa casa pode ser a sociedade de um modo geral ou as relações no ambiente de trabalho.

O comportamento ético pode parecer algo óbvio, um requisito básico para se trabalhar em uma empresa, mas no dia-a-dia é que percebemos o quanto esse comportamento é importante. Uma vez que, uma relação ética e moralmente correta constrói elos de fidelidade.

A empresa ética na gestão das pessoas coloca o ser humano no centro de suas estratégias como forma de resguardar a harmonia e o bem geral, criando assim um ambiente propício ao crescimento e ao desenvolvimento sustentável da mesma. As organizações podem utilizar-se de uma excelente ferramenta para a gestão de pessoas, no intuito de estabelecerem um padrão de conduta aceitável com preceitos éticos específicos: o código de ética. É ele que define as condutas consideradas corretas ou não e o que deve ser seguido ou evitado.

Existe também a necessidade de se cultivar uma liderança como forma de influência pelo bom exemplo de conduta, visando que os bons valores morais acabem com o oportunismo, com a fraude, com a concorrência desleal e com os costumes impróprios para seu ramo de atuação. As organizações, geralmente, só se preocupam com os aspectos legais e trabalhistas e se esquecem que a gestão de pessoas é muito mais do que o cumprimento dessas leis. Essa gestão inclui, principalmente, aspectos como a responsabilidade social, que ressalta o compromisso ético da empresa em relação ao seu público interno, buscando um relacionamento harmonioso e de respeito mútuo entre essa e seus colaboradores.

Juntando todas essas ideias, chegamos a um conceito de ética no trabalho como sendo o conjunto de princípios e valores que orientam a conduta de trabalhadores e empregadores e que sustentam a boa relação entre todos. Elas, por sua vez, vão impactar a motivação, a produtividade, o trabalho em equipe, o employer brand, a cultura organizacional e o clima no ambiente de trabalho. Para além de normas técnicas, falamos de princípios e valores atrelados ao comportamento humano.

Palestrante: Dra. Maria Aparecida da Silva Bento, conhecida como Cida Bento, psicóloga e ativista brasileira, diretora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), que atua na redução das desigualdades raciais e de gênero no ambiente de trabalho. É doutora em psicologia pela Universidade de São Paulo, onde homologou em 2002 a tese "Pactos narcísicos no racismo: branquitude e poder nas organizações empresariais e no poder público". Também é professora visitante na Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos. Em 2015 foi nomeada pela revista The Economist uma das 50 pessoas mais influentes do mundo no campo da diversidade.

Dia 31/03, às 10h – Apresentação do Case: Adidas.

A Adidas é uma empresa com o forte propósito engajador de transformar vidas através do esporte, seja através de trabalhos sociais ou transformando a vida dos próprios colaboradores. É um propósito que acontece na prática, de acordo com o Leadership Framework da companhia, que é um modelo de liderança que está no centro de todas as ações do negócio, que busca: através da liderança mudar a cultura; através da cultura mudar o comportamento; e através do comportamento mudar a estratégia. Esse framework global é posto em prática através dos valores da organização colaboração, criatividade e confiança.

Recorde Histórico de Satisfação dos Funcionários

Em relação ao recorde histórico de satisfação dos funcionários atingido durante a crise do Covid-19, na entrada da pandemia no Brasil: em 1° de Março, a empresa estava realizando um evento de planejamento estratégico para 2025 com todos os colaboradores, e na semana seguinte já não era mais possível retornar ao escritório. As lojas do varejo precisaram ser fechadas e foram necessárias rápidas tomadas de decisão e ações focadas em preservar a saúde dos colaboradores, e manter o emprego de seus funcionários.

Foi criado um comitê de crise, dividido em 3 subgrupos: retail (as lojas físicas da marca), funcionários corporativos e centro de distribuição. Através deste foi possível agir com agilidade na construção de protocolos para cada área de forma diferenciada, de acordo com a necessidade de cada uma. Foi feita a capacitação de todos os funcionários em relação aos protocolos, informações de segurança e operação; foram providenciados EPIs para o centro de distribuição. O principal objetivo das ações era colocar as pessoas em primeiro lugar, e garantir um Operating Ratio, mantendo o ritmo operacional da empresa, a fim de estabilizar os ânimos e manter um clima saudável. Buscaram criar tudo isso virtualmente: estabelecer uma rotina e criar canais de comunicação entre os colaboradores, de acordo com o público. Foi um forte trabalho de colaboração feito através do time de Talent e das lideranças da empresa.

Case Adidas: Recorde Histórico de Satisfação dos Funcionários Durante a Pandemia, entrevista com Thatiana Dantas, Diretora de RH da Adidas - FoursalesPalestrante: Tathiana Souza Dantas - Psicóloga, Diretora de Recursos Humanos da Adidas, com MBA em People Strategy pela FGV, e possui em sua carreira passagens pelas áreas de recursos humanos de empresas como Alcon, Walmart e Reckitt-Benckiser. Iniciou sua jornada na Adidas em Março de 2018, compartilhando que o principal fator decisivo dessa mudança em sua carreira foi o propósito da companhia de mudar vidas através do esporte.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo link: https://inscricoes.sescsp.org.br/online

Para conferir outras palestras que fazem parte do Fórum Qualidade de Vida nas Organizações, acesse a playlist www.youtube.com/watch?v=HsCIU5SFg8E

Sevriço

VII Fórum de Qualidade de Vida nas Organizações – Humanização nas Empresas
De 03 a 31 de Março de março de 2020, quarta-feira, às 10h
Local: https://www.youtube.com/c/SescPompeiaYoutube
Gratuito.
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento.
Para informações sobre outras programações, acesse o portal: www.sescsp.org.br/pompeia
 
 


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